O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), secção Salvador, determinou no fim da tarde desta terça-feira (27) a paralisação das atividades presenciais nos dias 3, 4 e 5 de maio na capital baiana. O sindicato ameaça uma greve geral caso seja mantido o retorno das aulas da rede pública e privada de Salvador. De acordo com decreto da prefeitura, as aulas retornam a partir de segunda-feira (3).
O presidente da APLB, Rui Oliveira, o sindicato defende uma greve estadual por considerar que a prefeitura de Salvador tem atuado de maneira articulada com o governo do Estado nas decisões relativas à pandemia. Portanto, ele acredita que o governo irá na mesma linha da capital determinando o retorno das aulas presencias em toda Bahia.
A APLB informou que só volta ao trabalho nas unidades de ensino depois da vacinação de todos os profissionais da Educação contra a Covid-19. Atualmente, já são imunizados trabalhadores do setor com idade acima de 40 anos.
A expectativa é que uma nova reunião entre o prefeito Bruno Reis e a diretoria da APLB seja realizada nesta quarta-feira (28). A prefeitura de Salvador informou que até segunda-feira (3) mais de 10 mil trabalhadores da educação municipal com idade acima de 40 anos sejam vacinados. O número representa mais de 75% dos profissionais que atuam nas escolas municipais e 85% dos professores das redes estaduais de ensino.
