Por Gusmão Neto
O retorno das aulas em formato presencial deve ser motivo de muita polêmica ainda na Bahia. Nesta sexta-feira (23), o prefeito de Salvador, Bruno Reis, anunciou a retomada das atividades semipresenciais a partir do dia 03 de maio e fez um apelo para que os professores acatem a decisão.
Mas a direção da APLB, o sindicato que representa os trabalhadores da Educação no estado, bate pé firme e diz que os professores só vão voltar para a sala de aula quando 100% da categoria estiver vacinada, e com as duas doses, diga-se de passagem.
Bruno argumenta que Salvador já possui condições de retomar as aulas e que se isso não acontecer em maio, o prejuízo para os alunos será irreparável pois serão contemplados três anos sem sala de aula funcionando. O sindicato não concorda.
O impasse está instalado.

