O MDB está focado a voltar a ser um partido com bancada grande aqui na Bahia e tentará eleger um número expressivo de representantes na Assembleia Legislativa e garantir ao menos uma cadeira na Câmara dos Deputados. Muito tem sido noticiado e especulado pela imprensa que cobre os bastidores da política sobre os caminhos que o MDB vai trilhar nas eleições de 2022.
O caminho natural, pelo menos na teoria, seria a manutenção da aliança com o grupo de ACM Neto. Mas a sigla comandada pela dupla Alex Futuca e Lúcio Vieira Lima passou a ser cortejada pela turma do PT, mais precisamente o senador Jaques Wagner, com quem o MDB, em sua época áurea, já manteve uma forte “sociedade” política, de tamanho equivalente ao que o petista mantém hoje com o PSD de Otto Alencar.
E Lúcio não esconde de ninguém que o partido está aberto ao diálogo. Em conversa com o Teia de Notícias, o emedebista disse que segue na base de Neto, mas só caminhará definitivamente ao lado daquele líder que estiver disposto a contribuir com o fortalecimento do MDB e reconhecer o valor da sua estatura. Afirmou que não vai fazer rifa eleitoral, nem colocar o partido em leilão, mas que o partido espera receber o carinho necessário para fazer política junto a seus aliados.

